Henry Charles Bukowski Jr, Crônica de um amor louco: Ereções, ejaculações e exibicionismos - Parte 1 (Porto Alegre, L&PM, 2009)
"Na América a gente tem que ser vitorioso, não há escapatória, e é preciso aprender a lutar por ninharias, sem discutir," (p. 23)
"Uma vida, por pequena que seja, se torna preciosíssima quando se avizinha do fim." (p. 44)
"Por mínimo que seja o que um homem possua, sempre descobre que pode contentar-se ainda com menos." (p. 44)
"Seria difícil dizer aonde vão parar todos aqueles culhões, mas não há que negar que, mais dia menos dia, todo homem deixa de ter culhões. os que deixam com maior facilidade estão rotulados de 'casados e com filhos' ou 'idade superior a 40'." (p. 71)
"nenhuma mulher fode do mesmo jeito que a outra, e é isso que mantém o interesse do homem, contribuindo para ele cair na armadilha." (p. 86)
"o que significa o casamento? apenas uma FODA santificada e toda FODA santificada, sempre, em última análise, acaba, infalivelmente, ficando CHATA, se transformando em OBRIGAÇÃO. mas é isso mesmo que o mundo quer: algum pobre filho da puta, encurralado e infeliz, com uma obrigação a cumprir." (p. 87)
"Para uma história dar certo, tem que ter foda no meio. Uma porção se possível." (p. 114)
"Mora com a mãe e finge que é pintor. Conheço quatro ou cinco caras que moram com a mãe ou são sustentados por elas, e todos se dão ares de gênio." (p. 115)
"não resta dúvida que buceta é uma máquina de mijar muito ineficiente. qualquer pau tira de letra." (p. 128)
"— pra falar a verdade — afirmei —, sou um gênio. só que o único que sabe disso sou eu." (p. 129)

Comentários
Postar um comentário