José Saramago, Claraboia
Se não descobriu por si mesmo, é porque não soube dizer-lhe o que sinto. Nem admira. Há coisas que são tão difíceis de dizer... Julgamos que ficou tudo dito e, afinal... (p. 206)
Achava mesmo que a vida lhe devia uma infinidade de coisas e que tinha o direito de esperar o pagamento. (p. 239)
Todos nós ingerimos diariamente a nossa dose de morfina que adormece o pensamento. Os hábitos, os vícios, as palavras repetidas, os gestos repisados, os amigos monótonos, os inimigos sem ódio autêntico, tudo adormece. Vida plena! (p. 254)
Todos nos encontramos no infinito, no infinito da estupidez, da apatia e do marasmo. (p. 256)
Achava mesmo que a vida lhe devia uma infinidade de coisas e que tinha o direito de esperar o pagamento. (p. 239)
Todos nós ingerimos diariamente a nossa dose de morfina que adormece o pensamento. Os hábitos, os vícios, as palavras repetidas, os gestos repisados, os amigos monótonos, os inimigos sem ódio autêntico, tudo adormece. Vida plena! (p. 254)
Todos nos encontramos no infinito, no infinito da estupidez, da apatia e do marasmo. (p. 256)
Metade do que aprendi, esqueci, e a outra metade é capaz de estar errada. (p. 259)
Vocês não conhecem os homens. Podemos gostar muito de uma mulher, mas lá por isso não se segue que só pensemos nela. (p. 263)
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